Os números de 2010

10 de Janeiro de 2011

Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde do seu blog:

Healthy blog!

O Blog-Health-o-Meter™ indica: Este blog é fantástico!.

Números apetitosos

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Um Boeing 747-400 transporta 416 passageiros. Este blog foi visitado cerca de 6,800 vezes em 2010. Ou seja, cerca de 16 747s cheios.

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The busiest day of the year was 28 de Setembro with 55 views. The most popular post that day was Personal Trainer – prescrição aplicada diabéticos.

De onde vieram?

Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram google.com.br, google.pt, pt.wordpress.com, orkut.com.br e webcache.googleusercontent.com

Alguns visitantes vieram dos motores de busca, sobretudo por avaliação física, mitos deca durabolin, hidroginastica emagrece, avaliação fisica e hidroginastica para crianças

Atracções em 2010

Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010.

1

Personal Trainer – prescrição aplicada diabéticos Julho, 2007

2

Benefícios da hidroginástica Janeiro, 2008
10 comentários

3

Musculação X Hipertensão Julho, 2007

4

Treinamento Resistido e a 3ª Idade Julho, 2007

5

Treinamento de força e a terceira idade Julho, 2007
2 comentários


7 mitos e 5 verdades sobre o diabetes

25 de Novembro de 2010

No Brasil, cerca de sete milhões de pessoas, acima de 18 anos, têm a doença. Um estudo recente da Sociedade Brasileira de Diabetes, aponta que mais de 60% deles não sabem que têm a doença. Disfunção metabólica crônica decorrente de uma deficiência de insulina– hormônio produzido pelo pâncreas – que pode ser causada por fatores genéticos ou em decorrência de maus hábitos de vida como sedentarismo e uma dieta desequilibrada, recheada, principalmente de açúcar.

O problema pode trazer perda ou aumento de peso, é fator de risco para problemas cardiovasculares e, nos casos mais graves, provocar falência de órgãos (rins, olhos) e até a morte. Apesar dos perigos, é completamente controlável.

“É uma doença crônica e deve ser tratada como tal, mas com informação e mudança de hábitos, dá para ser controlada e ter qualidade de vida”, explica a nutricionista Patrícia Ramos, coordenadora do Hospital Bandeirantes. Pensando nisso, o MinhaVida conversou com especialistas para descobrir os mitos e verdades do diabetes para facilitar a vida de quem convive com a doença.

1.Diabetes é contagioso

Mito: o diabetes não passa de pessoa para pessoa. É preciso acabar com essa discriminação de que o diabético não pode ter emprego, amigos e vida social. O que acontece é que, em especial no tipo 1, há uma propensão genética para se ter a doença e não uma transmissão comum. “Temos exemplos de mães diabéticas que tem filhos totalmente saudáveis”, explica a nutricionista.

2.Canela ajuda a controlar o diabetes

Mito: não tem nenhum estudo científico que comprove isso. Existem alguns estudos em relação à canela, porém são estudos preliminares, que merecem mais esclarecimentos para provar esse efeito satisfatório. “É melhor não seguir nada que não seja comprovado, afinal, trata-se de um problema crônico e qualquer descuido pode piorar a situação”, diz a nutri.

3.Diabético pode consumir mel, açúcar mascavo e caldo de cana sem problemas

Mito: apesar de naturais, estes alimentos tem açúcar do tipo sacarose, maior vilã dos diabéticos. “Hoje, os padrões internacionais já liberam que 10% dos carboidratos ingeridos podem ser sacarose, mas sem o controle e a compensação, os níveis de glicose podem subir e desencadear uma crise”, explica Patrícia. “O diabético até pode consumir, mas ele deve ter noção de que não pode abusar e compensar com equilíbrio na dieta”, continua.

4.Alguns alimentos ajudam a controlar os níveis de glicose no sangue auxiliando o tratamento do diabetes

Verdade: Sim. Isso por conta do Índice Glicêmico (IG) dos alimentos. Quando um alimento tem o índice glicêmico baixo, ele retarda a absorção da glicose pelo sangue e, portanto estabiliza a doença. Mas, quando o índice é alto, esta absorção é rápida e acelera o aumento das taxas de glicose no sangue. “Alimentos integrais, iogurtes sem açúcar, maçã, pera, feijão, lentilha e manga, podem ser considerados indutores deste controle, por isso ajudam a amenizar os sintomas da doença, já os de alto índice, como batata e demais carboidratos, aumentam o problema”, continua

5.A aplicação de insulina causa dependência química

Mito: a aplicação de insulina não promove qualquer tipo de dependência química ou psíquica. O hormônio é importante para permitir a entrada de glicose na célula, tornando-se fonte de energia. “No caso dos pacientes com diabetes tipo 1, não tem jeito eles são insulino-dependentes, e não porque ela cause esta dependência, mas pelo fato de sua deficiência ser crônica desde o nascimento”, explica Patrícia.

“Não se trata de dependência química e sim de necessidade vital. Você precisa da insulina para sobreviver, mas não é um viciado na substância”, explica o endocrinologista e presidente da Associação Nacional de Apoio ao Diabético (Anad), Fadlo Farige.

6.Deve-se substituir o açúcar dos alimentos por adoçante

Verdade: os adoçantes foram feitos exatamente para os diabéticos ou para quem está de dieta, porém, para pessoas que não têm nenhuma disfunção, existe um limite para seu uso. “O valor diário recomendado de aspartame, por exemplo, é 40 mg por kg, já no ciclamato, este número é bem menor, 11 mg”, explica a nutricionista.

7.Dá para evitar a insulina se você não ingere carboidratos


Mito:
neste caso, depende. O carboidrato eleva a glicemia com mais rapidez, por isso sua ingestão deve ser controlada. “No diabetes Tipo 1, é necessária a aplicação de insulina diariamente, já que o pâncreas não produz este hormônio. Portanto, mesmo que não coma carboidratos, precisará aplicar insulina. No caso do diabetes Tipo2, a ingestão da insulina vai depender do nível de glicemia. Se estiver controlado, pode-se parar o uso, porém, só um médico poderá fazer esta avaliação”, explica Patrícia.

8.Não é permitido ingerir bebidas alcoólicas

Verdade: “o consumo é permitido, mas com alguns cuidados: de forma moderada e sempre junto a uma refeição, pois o consumo isolado pode levar a hipoglicemia (baixa nas taxas de glicose sanguínea) ou dificultar a recuperação de uma crise hipoglicêmica, já que o uso de insulina e de outros medicamentos para controlar o diabetes é feito para baixar a glicemia, e o álcool tende a diminuir ainda mais estas taxas, o que pode levar a um quadro crônico”, explica a nutricionista.

Também é importante fazer o monitoramento de glicemia antes e depois de consumir bebidas alcoólicas. Para Fadlo Fraige, apenas as bebidas destiladas são permitidas (e com muita moderação), pois, segundo ele, não são feitas à base de carboidratos e o álcool tem baixo índice glicêmico. Já sobre as fermentadas, à base de glicose, o endocrinologista recomenda: “Cuidado com cervejas e bebidas doces ou à base de carboidratos. Elas têm alto índice glicêmico e podem trazer problemas. Ao contrário do que se imagina, as bebidas sem álcool são piores, pois, têm o carboidrato e não têm o álcool que ajuda a baixar a glicemia”, explica o presidente da Anad.

9.Bebida alcoólica pode porque o remédio para diabetes tem álcool e não faz mal

Mito: A taxa de álcool presente nos remédios são mínimas e, por isso, não dá para fazer esta comparação. “Bebidas alcoólicas são permitidas com restrições”, diz a nutricionista.

10.Quem tem diabetes deve fazer somente exercícios leves

Verdade: diabéticos devem ser estimulados a fazer atividades físicas, respeitando contra-indicações, se houver. “De uma forma geral, os exercícios melhoram os níveis glicêmicos, porém, quando o gasto calórico é maior do que a reposição de nutrientes após o treino, pode haver um quadro de hipoglicemia, por isso, deve-se fazer um monitoramento”, diz a nutricionista.

11.Estresse ajuda a descontrolar o diabetes
Verdade:
quando uma pessoa fica nervosa, a sua taxa de glicose sanguínea sobe. “Mas isso não acontece só com diabéticos”, diz Patrícia.

12.Diabéticos podem usar sauna e fazer escalda pés
Mito:
Por ser uma disfunção metabólica o diabetes altera a circulação e compromete os vasos sanguíneos, dificultando o processo de cicatrização e pode causar problemas em diversas outras funções como problemas renais e o comprometimento da visão. “Em função desta alteração circulatória, os riscos de exposição à altas temperaturas e aos choques térmicos podem agravar ou desencadear quadros de angiopatias e outros problemas cardíacos”, finaliza a Patrícia.

 


Saúde mental em dia

25 de Novembro de 2010

Além dos exercícios físicos, alguns hábitos são capazes de medir (e reduzir) o risco de ter doenças mentais. Confira quais são eles:

-Menos fumo: a exposição à fumaça do cigarro pode aumentar os riscos de uma doença psiquiátrica, mesmo entre aqueles que não fumam, segundo um estudo da University College London, no Reino Unido. Avaliando os níveis de cotinina na saliva, substância indicadora de exposição ao fumo, de 5,5 mil não fumantes e 2,7 mil fumantes sem histórico de doenças mentais, os especialistas descobriram que uma maior exposição ao cigarro estava associada a 50% mais chances de relatar sofrimento psicológico.

-Sexo seguro: de acordo com um estudo da Universidade da Escócia (Reino Unido), pessoas que fazem sexo sem camisinha têm, em geral, uma saúde mental melhor do que aquelas que se protegem. O estudo contou com a participação de 99 mulheres e 111 homens. Segundo os cientistas, as pessoas que não usam camisinha nas relações sexuais conseguem manter uma postura mais madura diante de problemas do dia a dia e não se deixam levar por situações estressantes. Fatores que indicariam uma saúde mental melhor, quando o grupo foi comparado com os outros participantes.

-Mais verde: um estudo realizado pelo Centro Médico universitário de Amsterdã, na Holanda, sugere que morar até três quilômetros de parques ou áreas de lazer que incluam vastas zonas de vegetação é benéfico para saúde mental. De acordo com o estudo, as pessoas que moram perto de parques e de áreas de lazer sofrem menos com problemas de depressão e ansiedade. Doenças como diabetes, problemas digestivos e doenças infecciosas também apresentaram uma queda.

– Vitamina D: uma pesquisa feita na Universidade Científica de Portland, nos EUA, constatou que a presença de receptores de vitamina D no cérebro pode afetar positivamente o tecido cerebral, podendo retardar o declínio mental em idosos.


Exercícios regulares previnem doenças mentais

25 de Novembro de 2010

Disfunção erétil, diabetes tipo 2 e depressão também são afastadas

Pessoas que se exercitam regularmente, não só reduzem suas chances de se tornarem obesas, mas também o risco de desenvolver mais de 20 problemas de saúde física e mental, de acordo com uma compilação de cerca de 40 estudos. O estudo foi publicado na edição de dezembro da revista International Journal of Clinical.

Os pesquisadores concluiram que os exercícios reduzem o risco de alguns tipos de câncer, demência, problemas sexuais como a disfunção erétil, diabetes tipo 2, doenças cardíacas, depressão, derrame, hipertensão e outras.

Além de parar de fumar, uma das medidas mais eficazes que uma pessoa pode tomar para tentar prevenir essas doenças é manter-se saudável e se exercitar regularmente.

A revisão das pesquisas foi mais voltada para a saúde dos homens, mas, segundo os pesquisadores, essas suas conclusões se aplicam a ambos os sexos e todas as faixas etárias.

Outras conclusões importantes do estudo foram:
– Há relação entre o aumento da atividade física e e redução dos riscos de câncer de cólon em ambos os sexos.

– Homens que são mais ativos no trabalho, passando pouco tempo sentados, têm menos chances de desenvolver câncer de próstata.

– Homens que praticam atividade física têm menos propensão a ter problemas de ereção.

– A atividade física reduz o risco de demência em idosos. De acordo com os cientistas, os adultos saudáveis, com idades entre 18 e 65 anos, devem fazer atividades físicas de intansidade moderada por 150 minutos por semana. Isso equivaleria a cerca de meia hora de caminhada rápida, cinco vezes por semana. Quem já é atleta e tem uma rotina, pode limitar-se a 20 minutos de atividade física três vezes por semana. Ele diz que o exercício pode ajudar os idosos a manter o equilíbrio e flexibilidade, e recomenda que as pessoas diminuam o ritmo à medida que envelhecem, mas jamais parem de se exercitar.

 

 


Mix energéticos e álcool causa três vezes mais embriaguez

25 de Novembro de 2010

Um outro estudo da Universidade da Flórida (EUA), publicado no periódico Addictive Behaviors, comprovou que a combinação entre energéticos e bebidas alcoólicas pode causar três vezes mais embriaguez, em comparação com o consumo exclusivo de álcool.

Outros estudos já haviam descoberto que 73% dos universitários americanos e 85% dos estudantes de medicina italianos consumiam essa perigosa mistura. Nesta pesquisa, foram entrevistados mais de 800 frequentadores de bares com idade universitária, que responderam sobre seus hábitos de ingestão de bebidas.

Além de concluir que a taxa de embriaguez aumenta em até três vezes, as análises também sugerem que os consumidores da mistura álcool e bebidas energéticas tendem a permanecer mais tempo nos bares, pois com mais “gás”, dado pela cafeína e os outros estimulantes do energético, ficam empenhados em beber por um período de tempo maior. Em segundo plano, também foi verificado que os jovens que relataram consumir bebidas energéticas misturadas com álcool têm 4,26 vezes mais chances de conduzir um veículo automóvel após sair do bar.


Consumo de energéticos pode desencadear o alcoolismo

25 de Novembro de 2010

Os energéticos são bebidas cada vez mais consumidas por adolescentes e universitários. Uma das características de muitos estudantes na faculdade é ficar acordado até tarde estudando para uma prova na manhã seguinte, e muitos deles conseguem virar a noite com a ajuda da bebida, que é rica em cafeína, uma substância estimulante. Porém, de acordo com um novo estudo da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, o consumo desse tipo de bebida está relacionado ao aumento dos riscos de beber além da conta e pode ser um gatilho para desenvolver o alcoolismo. Os resultados da pesquisa serão publicados na publicação científica Alcoholism: Clinical & Experimental Research.

Outro motivo da popularidade da combinação álcool-energéticos é a crença de que ao ingerir cafeína com uma bebida alcoólica, o efeito estimulante da substância neutralizaria o efeito depressor do álcool. O que não é verdade: a cafeína simplesmente reduz a sensação de sonolência causada pelo álcool, mas não a “lerdeza” causada pela embriaguez.

O estudo avaliou de mais de mil estudantes universitários, que foram indagados sobre o consumo de energéticos e o comportamento sob efeito do álcool nos últimos 12 meses. Cerca de 10, 2% deles afirmaram consumir energéticos pelo menos uma vez por semana. Os pesquisadores concluíram que indivíduos que consumiam bebidas energéticas com uma maior frequência (52 vezes ou mais em um ano) eram mais propensos a ficar bêbados cada vez mais jovens, a beberem maiores quantidades de álcool e desenvolviam mais facilmente a dependência alcoólica do que aqueles que não consumiam essas bebidas ou eram usuários com menos frequência.

De acordo com os pesquisadores, os resultados estão relacionados às altas doses de cafeína, um dos principais componentes dos energéticos. Uma das preocupações dos envolvidos na pesquisa é que não existem regulamentos sobre a quantidade de cafeína que deveria ser permitida nessas bebidas.

A cafeína é um poderoso estimulante que faz o corpo reagir assim: o sistema nervoso é acionado, glândulas liberam adrenalina, o coração bate mais rápido e o sangue ganha mais glicose. Por isso, a cafeína é conhecida como uma grande aliada para aumentar a disposição, melhorar a concentração e aplacar o sono. Mas euando é consumida em exagero, ela acelera o ritmo cardíaco, faz a pressão subir e os rins trabalharem mais, aumentando a vontade de urinar.

Além da cafeína, os energéticos contêm outras substâncias estimulantes, como a taurina e a glucoronolactona, que potencializam a resposta do cérebro aos estímulos, deixando o corpo mais esperto e disposto durante algumas horas após o consumo. Sua fórmula faz com que a pessoa se sinta revigorada durante algumas horas o que causa uma disposição aparente. Mas a ação dos energéticos também tem efeito rebote para o organismo. “É um meio falso de restabelecer o pique. Passado o efeito, você fica ainda mais cansado e sente os efeitos do estresse muscular”, explica o fisiologista Paulo Zogaib.

Em excesso, as substâncias estimulantes presentes na fórmula do energético causam ansiedade, agitação e dor de cabeça. Além disso, esta bebida não hidrata. Muito pelo contrário, tem ação diurética, que faz o organismo eliminar líquido.


Como acelerar a recuperação e o crescimento muscular

4 de Abril de 2010

O crescimento muscular é uma consequência da recuperação. Quando ela é prejudicada, com certeza seus ganhos também serão. Aprenda alguns truques para acelerar a recuperação muscular.

Treino

Priorize e divida corretamente o seu treino, nada de treinar o mesmo grupo muscular mais do que duas vezes por semana, as vezes até mesmo duas pode se tornar um exagero dependendo da intensidade do treinamento. Fique atento ao relógio, não deixe seu treino ultrapassar mais do que uma hora de duração, algumas pessoas conseguem realizar seu treino em 35 minutos, uma hora é tempo de sobra para treinar corretamente até mesmo 2 grupos musculares em uma dia. Lembre-se, é muito mais provável que você tenha mais ganhos treinando menos do que treinando mais. Treinando apenas os dias necessários, sem exagero e no tempo correto, você acelerará a recuperação, pois estará dando o tempo necessário para a recuperação muscular fazendo com que o próximo treino seja muito mais produtivo.

Alimentação

A ingestão dos nutrientes corretos é de extrema importância quando se fala em recuperação muscular. A proteína é muito importante para a reconstrução do tecido muscular, mas não se esqueça dos carboidratos e das gorduras. Os carboidratos são muito importantes para manter os níveis de energia altos o dia inteiro e evitar que o corpo utilize a proteína ingerida como fonte de energia, a gordura também é importante, o que você deve evitar é a gordura ruim, pois a ingestão das boas(acidos graxos essencials, ex: nozes, atum, oleo de olivia extra-virgem), só tem a ajudar no bom funcionamento do corpo. Não podemos esquecer também das vitaminas, que são responsáveis pela manutenção de todas as funções corporais, são de extrema importância na aceleração da recuperação. Especialmente a Vitamina C que é um antioxidante que tem a poderosa função de baixar os níveis do hormônio catabólico: cortisol.

Suplementação

Você também pode tirar proveito da suplementação e maximizar a recuperação muscular. Os suplementos mais indicados neste caso são os hiperprotéicos e polivitaminicos, mas só devem ser usados se a sua alimentação normal não atingir as suas necessidades diárias para os macros e micros nutrientes.

Conclusão

Acelerar a recuperação muscular é sinônimo de maiores ganhos. Alie o treinamento, com a alimentação e suplementação para elevar ao máximo a sua capacidade de se recuperar de um treino. Com a recuperação acelerada, a cada novo treino o seu corpo estará pronto para aguentar um nível de intensidade cada vez maior